Professor da Disciplina

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

https://drive.google.com/file/d/0BwbyRTJfuOdzaDJRb1A2cHJqMVE/edit?usp=sharing

domingo, 13 de abril de 2014

Carmageddon: Reincarnation




https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=33-S3wN1HXk


Não me parece sensato que os educadores e educadoras (professores e Pais), sobretudo os que atuam na Educação Infantil, se limitem a "demonizar" os games, como muitos fizeram com a TV no passado. Faz-se necessário conhecer o mundo dos games, mundos das crianças, adolescentes e jovens ("digital native"). Os professores/educadores da sociedade informacional precisam dar conta de que há um novo espaço (cyberspace) e uma nova cultura (cyberculture), caso contrário eles não conseguirão estabelecer comunicação com as novas gerações. Muitas teses de doutoramento tem ajudado a entender a função de catarse que os games exercem. Outras tem mostrado como os games já estão sendo tratados como aliados do processo de ensino e aprendizagem. O grande desafio continua sendo aquele de trabalhar valores e de formação de consciências críticas. Está é a grande questão, ao meu ver.  Num espaço e numa cultura diferentes, é evidente que não podemos aplicar as mesmas leis e os mesmos princípios. Que tal se investirmos em conhecê-los primeiro?

Paulo, Prof de Informática Aplicada à Educação Infantil (PUC Minas)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Ainda sobre o vídeo abaixo: "on ou off"...

No prefácio do livro "Homo zappiens: Educando na era digital", Wim e Vrakking escreveram, citando Andy Warhol: “Dizem que as coisas mudam com o tempo, mas é você que, na verdade, tem de mudá-las".

Então. A respeito da excelente montagem audiovisual, à mostra no post "Novas tecnologias e uso consciente" seguem algumas observações:
1) Desde o início da Modernidade, os homens e mulheres ocidentais optaram por um estilo de vida caracterizado por rápidas mudanças. Os modernos substituíram  a passividade pela atividade. A permanência pela mudança.  Criou-se, então, um turbilhão de coisas do qual não se pode escapar. retornar, é simplesmente impossível.
2) As sociedades contemporâneas, além de sociedade do consumo, são denominadas sociedades da informação. Nela a linguagem digital tornou-se preponderante, por vários motivos. Entre os quais podemos citar a facilidade de armazenar, transmitir e preservar a informação. Não podemos sequer pensar a vida em sociedade sem conexão. Mas podemos repensar sim o que faremos em nossas redes sociais. Quando e como utilizaremos toda a parafernália mobile. Parece-me que um bom começo consiste em nos esforçarmos para ultrapassar logo essa fase do deslumbramento, característico dos "Imigrantes Digitais". Algo que não representa problema para os "Nativos Digitais". Em seguida, é fundamental compreender a diferença entre o transitório e o descartável, aceitando a transitoriedade como parte da existência e encarando de peito aberto e com entusiasmo os desafios propostos pelo novo.
3) Penso que a tecnologia pode nos ajudar a conectar, a cuidar e a preservar não só a natureza mas também tudo aquilo que realmente é significativo para nossas vidas. Então... não são as coisas que mudam tanto assim, não é mesmo?
Parece-me um erro demonizar a Internet ao estilo do que foi feito à TV há algumas décadas. Não me sinto bem com perguntas como " de que lado você está?". Esse maniqueísmo me preocupa...

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Novas tecnologias e uso consciente

Muitos pensam que a professora e o professor serão desnecessários numa sociedade da informação, onde a linguagem digital é preponderante e a informação circula livremente entre os nativos digitais.

Na verdade eles se tornam cada vez mais indispensáveis diante do grande desafio que consiste em colaborar no processo de formação da consciência crítica e favorecer o aparecimento de pessoas capazes de atribuir valor a tudo aquilo que de fato possa contribuir para a criação de formas de vida que vão além da mera sobrevivência, no sentido de apenas limitar na medida do possível a dor e aumentando se possível os prazeres, no estilo dos outros animais, pois aos seres humanos não basta existir.
 

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